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Em acordo inédito, AMB se une à Amazon para realizar a transformação digital do Judiciário

PUCRS

O termo de cooperação foi firmado entre a empresa AWS, ENM, CPJ e AMB Lab durante o evento Digijustice, que discutiu o uso de tecnologia pelos órgãos do sistema de Justiça

Em um movimento inédito para promover a transformação digital do Poder Judiciário, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), por meio da Escola Nacional da Magistratura (ENM), do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ) e do Laboratório de Inovação e Inteligência da AMB (AMB Lab), assinou um termo de cooperação técnica e científica com a empresa Amazon Web Services (AWS), líder em produtos e serviços de tecnologia. A assinatura aconteceu nesta terça-feira (29), na sede da AMB em Brasília (DF).

O acordo prevê a realização de eventos para discutir o uso de tecnologia no Judiciário, realizar pesquisas e formar magistrados por meio de capacitações realizadas pela ENM.

Para a secretária-geral da AMB, Julianne Freire Marques, a parceria entre AMB e AWS levará conhecimento a uma grande parte da magistratura, uma vez que a associação representa magistrados de diversas áreas. Ela também afirmou que o Poder Judiciário está preparado para a transformação digital. “Essa parceria é de extrema importância, pois queremos fazer a prestação jurisdicional adequada para todos os jurisdicionados - seja para aquele que tem um computador com internet em casa, ou para quem precisa ir até um prédio público para ter acesso à Justiça. São muitos desafios, mas temos um Judiciário preparado para essa evolução”.

O diretor do AMB Lab, Angelo Vettorazzi, destacou a importância da união da associação à AWS para garantir a evolução tecnológica dentro do sistema de Justiça. “Essa parceria está só começando e vamos construir muitas pontes para que tenhamos resultados positivos. Esse conhecimento acerca do uso da tecnologia deve chegar ao conjunto da magistratura. Assim, todo o Poder Judiciário poderá extrair os resultados”, afirmou.

Para o diretor de governo da AWS, Umberto Mancebo de Araújo Filho, a missão da empresa é permitir que a inovação transforme a sociedade. “O nosso papel é trazer o espírito da tecnologia não só para a área privada. A Justiça brasileira vem andando a passos largos na transformação digital e a AMB está sendo uma das propulsoras desta evolução. Essa parceria tem esse objetivo, trazer soluções para o cidadão”, disse.

Digijustice

A parceria entre as duas entidades foi marcada pelo evento Digijustice, que discutiu o panorama do uso da tecnologia dentro do Poder Judiciário, além de pensar em estratégias e soluções que os tribunais já vêm dando com o uso da Justiça Digital.

Davi Arruda, executivo de contas da AWS destacou em sua palestra que ações de órgãos que compõem a Justiça brasileira estão na vanguarda da transformação digital, principalmente após a implementação do programa Justiça 4.0 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “O Poder Judiciário brasileiro está na vanguarda da inovação. O CNJ trouxe o conceito do Justiça 4.0 que gerou integração e agilidade nos processos por meio da tecnologia. O relatório [do CNJ] Justiça em Números mostra que tivemos mais processos julgados do que processos iniciados e, por trás disso, temos processos de inovação e tecnologia”, ressaltou.

O gerente de satisfação do cliente da AWS, Ricardo Murer, falou sobre a necessidade de existir pessoas dispostas a utilizar a tecnologia para mudar a forma de atuar dentro de qualquer setor. “É difícil que todos estejam no mesmo mindset, mas se houver pelo menos uma pessoa, ela irá polinizar as demandas”, disse.

Já o líder de garantia de segurança da AWS, Claudio Neiva, falou sobre os processos necessários para garantir que as ações tramitem em um espaço seguro, para que tanto os magistrados quanto os jurisdicionados tenham a garantia da Justiça. “Todo processo de inovação deve levar segurança como algo importante principalmente no sistema Judiciário”.

A juíza federal Caroline Somesom Tauk falou sobre o uso de tecnologias para a solução de conflitos, traçando um panorama das principais ferramentas já utilizadas por tribunais tanto para auxiliar na administração, quanto na atividade de julgar. “O Brasil vem tentando investir em Inteligência Artificial que facilite a prestação jurisdicional, mas há desafios a serem superados”. Mas, para a magistrada, os robôs estão longe de substituir a figura dos juízes.

O presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Roberto Alcântara, e a coordenadora-executiva da ENM, Marcela Bocayuva, também prestigiaram o evento.

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